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III Rallye de Aveiro



D. Fernando Mascarenhas, em Ferrari 250 MM, à partida para o III Rallye de Aveiro, em 1954. Este mesmo carro, chassis 326MM, pertenceu a Duarte Pinto Coelho, que o adquiriu em 1976 a Nuno Salvação Barreto o qual, por sua vez, o tinha comprado ao pai de António Borges Barreto ("Tóquim"), entretanto falecido num acidente com outro Ferrari. Na altura não existiam em Portugal condições adequadas ao restauro do carro e Pinto Coelho acabou por  vender este magnífico 250 MM a um coleccionador francês. 


D. Fernando Mascarenhas

D. Fernando Mascarenhas era um aristocrata de antiga linhagem e um piloto com reconhecido talento. Porém, às vezes levava longe demais o seu entusiasmo e o resultado era aquele que se vê nas imagens, obtidas após o acidente sofrido durante o Grande Prémio do Jubileu do ACP 1953, em Monsanto. No entanto, ficará na História como uma das figuras mais importantes dos primórdios do automobilismo no nosso país.






Uma Oficina Muito Especial

Modena? Maranello? Le Mans?
Nada disso. Apenas a oficina de Palma & Morgado em Lisboa, nas vésperas do Grande Prémio de Portugal de 1954, disputado no circuito de Monsanto. 
Com o nº 4 vê-se o Ferrari 750 Monza de Froilán Gonzalez, que viria a ser o vencedor da corrida e com o nº 5, em primeiro plano, o carro idêntico de Mike Hawthorn, que terminaria em segundo lugar. Com o nº 11 está o Ferrari 735 Monza de Vasco Sameiro, que não terminou a prova. Ao fundo, com o nº 20 e capot levantado, está o Jaguar XK120 de D. Fernando Mascarenhas, que viria a vencer a Taça Cidade de Lisboa, corrida nacional integrada no mesmo fim de semana do Grande Prémio.



Ferrari 212 Inter

O Ferrari 212 Inter que pertenceu a Vasco Pinto Basto, visto aqui quando entrou nas oficinas de Palma & Morgado depois de sofrer um acidente pelas mãos de Joaquim Fiúza.

Em baixo, um magnífico texto da autoria de José Correia publicado na revista Auto Vintage sobre este mesmo carro. Clique para aumentar.

Vila Real 1951


O Conde de Monte Real, ao volante do Ferrari 166 Spider Corsa, termina num brilhante segundo lugar a corrida principal do X Circuito de Vila Real, depois de ter obtido o melhor tempo nos treinos. Giovani Bracco seria o vencedor da prova, com um Ferrari 212 Vignale Barchetta.
O Ferrari 166 foi produzido durante os anos de 1947 e 48, sendo notórias as diferenças entre quase todos os carros então saídos de Maranello.  Os motores utilizados eram os V12 de 1992 cc de cilindrada, posteriormente aumentados para 1995 cc, os quais debitavam 130 cavalos de potência através de uma caixa de 5 velocidades.

Acidente

O Ferrari em que D. Fernando Mascarenhas perdeu a vida, próximo de Madrid, na sequência de um brutal acidente rodoviário.

Nogueira Pinto

José Arroyo Nogueira Pinto durante o circuito da Boavista 1956, ao volante de um Ferrari 750 Monza. Com o 7º tempo nos treinos, Nogueira Pinto acabaria a prova em 10º lugar, com 6 voltas de atraso para o vencedor, o Marquês de Portago.

Vila do Conde, 1952


Manuel Palma, D. Fernando Mascarenhas e o Ferrari 225S.
Vasco Sameiro, em carro idêntico, seria o vencedor da corrida disputada pela primeira e única vez no chamado circuito grande de Vila do Conde. Na outra corrida, para carros até 1500cc, Ernesto Martorell sagrar-se-ia vencedor com um Porsche 356 Cabrio, conquistando assim a primeira vitória da marca em Portugal, em provas de velocidade.


Boavista, 1956


Joaquim Filipe Nogueira, em Ferrari 735S, pouco antes da partida para a corrida em que sofreria um dos mais graves acidentes da sua carreira. Aconteceu em 1956, durante o II Grande Prémio do Porto, prova que seria ganha pelo Marquês de Portago, com o qual Filipe Nogueira travou um duelo épico até acabar por bater no lancil de um passeio, o que provocou o desastre. Apesar do aparato, o piloto português não sofreu lesões graves e o carro, por seu lado, viria mais tarde a ser recuperado.