Carlos Pinto Coelho (1915-2000) foi advogado por profissão mas era no automobilismo que encontrava uma das suas grandes paixões, facto que o levou a inscrever-se por três vezes no Rallye de Monte Carlo. Em 1951 terminou a grande clássica europeia em 96º lugar ao volante de um Riley 2,5 L, a única vez que completou a prova. Voltou em 1952 com o mesmo carro, mas foi forçado a abandonar, tendo repetido a experiência em 1953, desta vez ao volante de um Lancia Aurelia, só que também não foi feliz. No final da década de 40 utilizava este belo Lancia Aprilia Boneschi para as suas deslocações pessoais.
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Matheus Oliveira Monteiro
Na história do automobilismo em Portugal constam dois Matheus Oliveira Monteiro, por sinal pai e filho. O primeiro, nascido no Porto em 1874, deixou a sua marca em 1906 ao fazer os dois mil quilómetros da ligação Paris - Lisboa ao volante do seu Hotchkiss à então extraordinária média de 40 km/hora. Foi também a primeira pessoa a obter uma "carta de condução" no norte do país, como se confirma pelo documento junto. O filho, Matheus Ferraz Oliveira Monteiro, foi um conhecido homem de negócios ligado ao comércio automóvel sendo agente da Lancia em Lisboa e proprietário de um dos poucos automóveis produzidos pela marca "Jean Gras" durante a sua curta existência (1924-1927). Participou em alguns concursos de elegância automóvel com este carro mas não se lhe conhecem participações em provas desportivas.
Circuito da Conraria, Coimbra 1927
A 7 de setembro de 1927 disputou-se pela primeira vez uma corrida de automóveis na cidade de Coimbra, uma organização do Sport Club Conimbricense que decorreu num percurso traçado na zona da Conraria ao qual acorreram milhares de espectadores. Na imagem vê-se um dos concorrentes a passar junto ao monumento a Joaquim António de Aguiar perante uma multidão entusiasmada.
Os vencedores nas diversas categorias foram:
Categoria Turismo - Bernardo Gouveia, em LanciaCategoria Sport 1500 cc - Eduardo Ferreirinha, em Turcat Mery
Categoria Sport 3000 cc - Vasco Sameiro, em Cottin & Desgouttes
O Lancia de Bernardo Gouveia viria a ser declarado vencedor absoluto, o que levou o piloto a declarar à Gazeta de Coimbra que "o Lancia venceu devido à sua melhor adaptação aos caminhos a que em Portugal se dá o nome de estradas". Estava tudo dito.
Foto - Arquivo Digital da Torre do Tombo
Bibliografia - Gazeta de Coimbra, 8 de setembro de 1927
Vitória de Bonetto em Monsanto
Extraordinária fotografia de Claudino Madeira obtida em 26 de Julho de 1953 durante a partida para o I Circuito Internacional de Lisboa, Grande Prémio do Jubileu do ACP, disputado no traçado de Monsanto. O Lancia D23 de Piero Taruffi (nº 25) sai na frente, seguido do carro idêntico de Felice Bonetto (nº 24) e do Ferrari 250 MM (nº18) de Casimiro de Oliveira. Um pouco mais atrás vem o Jaguar C Type de Stirling Moss (nº 22). A vitória viria a pertencer ao lancia de Felice Bonetto, ficando Stirling Moss em segundo lugar com uma volta de atraso em relação ao vencedor. Casimiro de Oliveira abandonou por avaria.
Foto - Arquivo Municipal de Lisboa
Carlos Pinto Coelho
Na década de 50 abundava no meio automobilístico europeu um tipo de concorrente cujo objectivo principal tinha mais a ver com uma certa ideia de aventura do que propriamente com a obtenção de resultados. Os ingleses davam a estes desportistas o nome de "gentleman drivers", conceito que atravessou mais que uma geração de automobilistas e que emprestou à competição automóvel de então toda uma aura de aristocrático romantismo.
Carlos Pinto Coelho era uma destas figuras. Em 1953 participou no Rallye Internacional de Lisboa (Estoril) ao volante de um Lancia Aurelia, não tendo terminado a prova. Nesse mesmo ano concluiu o Rallye de Monte Carlo em 263º lugar, conduzindo um outro Lancia que partilhou com Lencastre de Freitas. No ano anterior, 1952, partiu de Lisboa ao volante de um Riley mas não conseguiu chegar ao principado.
Agradeço a colaboração de Duarte Pinto Coelho e Angelo Pinto da Fonseca
Lancia Aurelia vs Ferrari 225S
A imagem é referente ao III Circuito do Porto disputado em 1952 e mostra o Lancia Aurelia B20 de Salvatore Ammendola a defender-se dos ataques do Ferrari 225S de D. Fernando Mascarenhas. O Lancia chegaria ao final em 9º lugar, com seis voltas de atraso sobre o Ferrari 225S do vencedor, Eugenio Castellotti, enquanto que D. Fernando Mascarenhas viria a abandonar a corrida por avaria.
Com um motor que debitava apenas 110 cavalos de potência o Lancia Aurelia B20 seria uma presa fácil para os mais de 200 cv do Ferrari 225S, mas a fiabilidade do carro italiano permitiu-lhe chegar ao fim da prova sem problemas de maior. Note-se em fundo o "placard" com a identificação em tempo real dos quatro primeiros classificados. Castellotti (nº29) já estava no comando.
Com um motor que debitava apenas 110 cavalos de potência o Lancia Aurelia B20 seria uma presa fácil para os mais de 200 cv do Ferrari 225S, mas a fiabilidade do carro italiano permitiu-lhe chegar ao fim da prova sem problemas de maior. Note-se em fundo o "placard" com a identificação em tempo real dos quatro primeiros classificados. Castellotti (nº29) já estava no comando.
O Recomeço
Após mais de uma década de suspensão em consequência da II Guerra Mundial, o Circuito de Vila Real começa a renascer em 1949 com uma corrida em que participaram 23 automóveis, quase todos veículos de série. Só no ano seguinte voltariam os "carros de corrida".
Na imagem pode ver-se o Lancia Aprilia de Manuel Santos Pinto à frente do Riley Sprite de Camilo Fernandes. O primeiro terminaria num honroso 6º lugar enquanto que o segundo viria a abandonar por avaria.
Bibliografia - "Circuito de Vila Real 1931 - 1973", de Carlos Guerra
Foto - Centro de Documentação do ACP
O Motor do Lancia D23
O carro da imagem foi tripulado pelo recentemente falecido Froilán Gonzalez no I Circuito Internacional de Lisboa (Grande Prémio do Jubileu do ACP), que teve lugar a 26 de Julho de 1953, ou seja, há exactamente 60 anos no circuito de Monsanto. Autor da volta mais rápida durante os treinos, o piloto argentino não chegaria no entanto a participar na corrida devido a um acidente ocorrido na véspera.
O motor (D20) destes carros - que aqui podemos ver quase em detalhe - era um dos mais avançados da época e merece uma referência especial à sua concepção. Trata-se de um V6 em liga ligeira com 2962 cc de cilindrada, inclinado a 60 graus e com quatro árvores de cames à cabeça. Era alimentado por três carburadores duplo corpo Weber 42 DCF7 que permitiam obter cerca de 220 cavalos a 6,500 rotações por minuto. Um prodígio para a época.
Falta apenas dizer que a vitória no I Circuito Internacional de Lisboa pertenceu a Felice Bonetto, ao volante de um dos três Lancia D23 inscritos para esta prova.
Foto - Centro de Documentação do ACP
Bibliografia - World Sports Racing Prototypes
I Grande Prémio do Porto
Em 1954 disputou-se o I Grande Prémio do Porto, também conhecido por V Circuito Internacional do Porto, uma prova que compreendia 45 voltas ao traçado do circuito da Boavista. O vencedor seria Luigi Villoresi em Lancia D24, tendo sido D. Fernando Mascarenhas (na foto) o melhor classificado entre os portugueses. Porém, o Ferrari 250MM Vignale Spyder #0326 do Marquês de Fronteira chegaria ao final com apenas 41 voltas cumpridas. Mas chegou.
As condições de segurança eram absolutamente precárias. O piloto não tinha qualquer protecção à excepção do capacete e luvas. Nem um simples cinto de segurança. Quanto ao circuito, corria-se em cima do empedrado e dos carris dos eléctricos, com os postes de electricidade e as bermas dos passeios bem ali ao lado.
Vitória de Nogueira Pinto, Porto 1953
Imagem da partida para o III Grande Prémio de Portugal de 1953, do qual sairia vencedor o Ferrari 250 MM Spyder Vignale (#0330MM) de José Nogueira Pinto, com o nº 5. A seu lado está o Jaguar C Type de Duncan Hamilton e o Lancia D20 de Felice Bonetto. Um pouco mais atrás vem o Ferrari nº 3 de Casimiro de Oliveira, que terminaria em segundo lugar, ainda que com menos uma volta que o vencedor.
V Circuito Internacional, I Grande Prémio do Porto 1954
A 27 de junho de 1954 disputou-se o V Circuito Internacional do Porto, prova disputada no circuito da Boavista. A imagem documenta a partida para a corrida principal, vendo-se os três Lancia D24 de Eugenio Castellotti (nº2), Alberto Ascari (nº3) e Luigi Villoresi (nº1) a tomarem a dianteira, seguidos pelo Jaguar C-type de Duncan Hamilton (nº6) e pelo Cooper T33 Jaguar (nº 8) de Peter Whitehead. Um pouco mais atrás vem o Talbot-Lago T26 de Charles Pozzi.
Luigi Villoresi seria o vencedor, com Castellotti em segundo lugar. O melhor português seria D. Fernando Mascarenhas, ao volante do Ferrari 2500MM (#0326MM), que terminaria em 4º lugar com quatro voltas de atraso.
Bibliografia - World Sport Racing Prototypes
Fotografia - Francisco Mota, Porto
Bibliografia - World Sport Racing Prototypes
Fotografia - Francisco Mota, Porto
Que a vida nem sempre é justa já todos sabemos; e se isto é verdade para os seres vivos, também se aplica na História Automóvel: A Lancia é um bom exemplo. Nascida do génio de Vincenzo Lancia que teve no filho Gianni um digníssimo sucessor, esta marca sempre se pautou por uma filosofia de inovação e qualidade, mesmo que isso muitas vezes tivesse custos económicos difíceis de suportar, o que veio aliás a causar-lhe grandes problemas de sobrevivência. Quem já tenha tido ou conhecido bem um Lambda, um Aprilia ou um Aurelia sabe bem do que falo - a qualidade da engenharia e da construção são insuperáveis e estavam a "anos luz" de qualquer dos seus contemporaneos Italianos. A tal "qualidade a qualquer preço" junto com injustiças políticas na distribuição de apoios do Plano Marshall, e ainda um programa desportivo demasiado ambicioso, causaram o sufoco financeiro da marca, que foi obrigada pelo governo ao vexame máximo de no fim da época de 1955 ceder toda a sua Scuderia de formula 1 dos geniais e fantásticos D50, a custo zero, ao seu rival mais expedito, videirinho, mestre de marketing e grande reaccionário tecnológico Enzo Ferrari, que se deu ao luxo de exigir dinheiro para ficar com a Scuderia - Carros, camions e peças - que lhe veio a proporcionar a vitória no campeonato do mundo no ano seguinte (com emblema Ferrari no nariz dos carros!) A partir daí a Lancia entrou em declínio e o seu espírito nunca mais foi o mesmo. Eu não disse que a vida não é justa?
Duarte Pinto Coelho
Luigi Villoresi, em Lancia D24, o vencedor.
"Nesta corrida do Porto os Lancia estavam à parte, tal a supremacia que tinham sob a concorrência. O melhor Português até desistir foi Casimiro de Oliveira, no Ferrari 375MM que se vê entre o Jaguar de Hamilton e o Cooper de Whitehead. O mesmo Casimiro, sendo o mais rápido dos não-Lancia, levava oito segundos por volta dos Lancia."
Luis Sousa
I Circuito do Campo Grande 1931
O I Circuito do Campo Grande, Lisboa, disputou-se a 28 de Junho de 1931, tendo Roberto Sameiro sido o vencedor da corrida de Sport, em Alfa Romeo 6C 1750. Na imagem da partida podem ver-se um Lancia Lambda (Vasco Sameiro ?) com o Austin Seven de Vasco Calixto à sua esquerda e o Mathis de João Antunes dos Santos à direita. Participaram ainda Barbosa Santos (Wolseley), David Levy (FN), António Antunes dos Santos (Mathis) Francisco Oliveira (DeSoto), Vasco Fontalva (Lancia), Campos Junior (Stoewer), Manuel Nunes dos Santos (Peugeot), Salvador Supardo (Rosengart), José Conceição Ferreira (DeSoto), Gaspar Sameiro (Ford) e Francisco Rola Pereira (Rover)
Foto - Biblioteca de Arte Fundação Gulbenkian
Bibliografia - "Primeiro Arranque", de Vasco Calixto
Foto - Biblioteca de Arte Fundação Gulbenkian
Bibliografia - "Primeiro Arranque", de Vasco Calixto
Para a categoria de “Corrida”, inscreveram-se:
Eduardo Ferreirinha, (Ford); Rola Pereira (Ford); José Gonçalves (Bugatti); Vasco Sameiro (Alfa Romeo); Gaspar Sameiro (Ford).
Na categoria “Sport”, inscreveram-se:
Vasco Anjos (Lancia Lambda); Manuel Nunes dos Santos (Peugeot); José da Conceição Ferreira (De Sotto); A. Campos Júnior (Stoewer); João Antunes dos Santos (Mathis); António Nunes dos Santos (Mathis); V.H. de Oliveira, filho (De Sotto); Francisco da Rola Pereira (Roover); Gaspar Sameiro (Ford); Vasco Calisto (Austin Seven); Roberto Sameiro (Alfa Romeo); Barbosa Santos (Wolseley); David Levy (FN); Salvador Supardo Jesus (Rosengart).
O sorteio da numeração e a posição que cada um dos concorrentes tomou nas provas, foi feita por sorteio às 22 horas do dia 26 de Junho de 1931.
A prova, que se realizou ás 16 horas de 28 de Junho, com a presença do Presidente da República, Marechal Óscar Carmona.
A categoria “Sport” foi ganha por Roberto Sameiro em "Alfa Romeo" 6C 1750, seguido de seu irmão Gaspar Sameiro em "Ford". E a categoria “Corrida” foi ganha por Vasco Sameiro em "Alfa Romeo", seguido de Gaspar Sameiro em "Ford".
Para as provas de elegância, foi grande o entusiasmo tendo-se inscrito muitos concorrentes, distribuídos por 9 classes.
A par destas provas automobilísticas disputou-se o prémio Presidente Carmona para motocicletas
Colaboração de José Leite
http://restosdecoleccao.blogspot.com/
Eduardo Ferreirinha, (Ford); Rola Pereira (Ford); José Gonçalves (Bugatti); Vasco Sameiro (Alfa Romeo); Gaspar Sameiro (Ford).
Na categoria “Sport”, inscreveram-se:
Vasco Anjos (Lancia Lambda); Manuel Nunes dos Santos (Peugeot); José da Conceição Ferreira (De Sotto); A. Campos Júnior (Stoewer); João Antunes dos Santos (Mathis); António Nunes dos Santos (Mathis); V.H. de Oliveira, filho (De Sotto); Francisco da Rola Pereira (Roover); Gaspar Sameiro (Ford); Vasco Calisto (Austin Seven); Roberto Sameiro (Alfa Romeo); Barbosa Santos (Wolseley); David Levy (FN); Salvador Supardo Jesus (Rosengart).
O sorteio da numeração e a posição que cada um dos concorrentes tomou nas provas, foi feita por sorteio às 22 horas do dia 26 de Junho de 1931.
A prova, que se realizou ás 16 horas de 28 de Junho, com a presença do Presidente da República, Marechal Óscar Carmona.
A categoria “Sport” foi ganha por Roberto Sameiro em "Alfa Romeo" 6C 1750, seguido de seu irmão Gaspar Sameiro em "Ford". E a categoria “Corrida” foi ganha por Vasco Sameiro em "Alfa Romeo", seguido de Gaspar Sameiro em "Ford".
Para as provas de elegância, foi grande o entusiasmo tendo-se inscrito muitos concorrentes, distribuídos por 9 classes.
A par destas provas automobilísticas disputou-se o prémio Presidente Carmona para motocicletas
Colaboração de José Leite
http://restosdecoleccao.blogspot.com/
O Abraço
D. Fernando Mascarenhas e José Nogueira Pinto desejam-se mutuamente boa sorte pouco antes da partida para o Circuito Internacional do Porto - II Grande Prémio de Portugal, disputado a 22 de Junho de 1952. O Ferrari 225S (0200ED) de Mascarenhas viria a abandonar, enquanto que Nogueira Pinto levou o Ferrari 340 America (0082A) até à quarta posição na linha de chegada, a três voltas do vencedor, Eugenio Castelotti, que tripulava um Ferrari 225S Barchetta Touring (0166ED)
Ferrari 225S #0200ED
O Grande Prémio de Portugal de 1952 iria assistir à estreia em competição do Ferrari 225S Vignale Spyder chassis #0200ED, que D. Fernando Mascarenhas acabara de adquirir em Itália. É este mesmo carro que vemos na imagem a ser conduzido à grelha de partida pelas mãos de Manuel Palma, colocando-se logo a seguir ao Jaguar C Type (#XKC004) de Duncan Hamilton. Um pouco mais atrás estão os dois Lancia Aurelia B20 de Salvatore Ammendola e Felice Bonetto.
Registe-se como curiosidade o facto de o Ferrari nº 21 ostentar no lugar da chapa de matrícula o seu número do chassis (0200ED). Pouco depois, no circuito de Vila do Conde, este mesmo carro iria surgir pintado de preto e com a matrícula portuguesa ID-18-48.
D. Fernando Mascarenhas não terminou o Grande Prémio de 1952, cujo vencedor seria Eugénio Castellotti, em Ferrari 225S Barcheta Touring, tendo percorrido as 50 voltas ao circuito à média de 138, 020 km/h. Casimiro de Oliveira, também em Ferrari 225S, seria o português melhor classificado, terminando a corrida em 2º lugar com o mesmo número de voltas do vencedor.
Bibliografia - Sportscar Portugal (http://sportscarportugal.com.sapo.pt/)
- World Sports Racing Prototypes, non championship races.
Fotografia - colecção família D. Fernando Mascarenhas
D. Fernando Mascarenhas não terminou o Grande Prémio de 1952, cujo vencedor seria Eugénio Castellotti, em Ferrari 225S Barcheta Touring, tendo percorrido as 50 voltas ao circuito à média de 138, 020 km/h. Casimiro de Oliveira, também em Ferrari 225S, seria o português melhor classificado, terminando a corrida em 2º lugar com o mesmo número de voltas do vencedor.
Bibliografia - Sportscar Portugal (http://sportscarportugal.com.sapo.pt/)
- World Sports Racing Prototypes, non championship races.
Fotografia - colecção família D. Fernando Mascarenhas
Circuito de Monsanto 1953
Em 1953 disputou-se o Circuito de Monsanto, prova que trouxe a Portugal algumas figuras de primeiro plano na cena automobilística mundial. Alguns pilotos portugueses da época não se limitaram a marcar presença e deram uma réplica mais que adequada às "estrelas" que nos visitaram.
Na imagem, que documenta a partida para a prova, podem ver-se com o nº 18 Casimiro de Oliveira, em Ferrari 250 MM, tendo a seu lado o Lancia D23 nº 25 de Piero Taruffi e o carro idêntico de Felice Bonetto, que viria a ser o vencedor . Mais atrás estão José Arroyo Nogueira Pinto, no Ferrari 250 MM nº 20, e o Jaguar C Type nº 26 de Stirling Moss, que terminaria em segundo lugar.
Casimiro de Oliveira não terminou a corrida, mas Nogueira Pinto obteve um brilhante terceiro lugar ao volante do Ferrari 250 chassis 0330MM. O Conde de Monte Real ficou colocado num muito honroso 5º lugar, tripulando um Ferrari 166 MM.
Casimiro de Oliveira não terminou a corrida, mas Nogueira Pinto obteve um brilhante terceiro lugar ao volante do Ferrari 250 chassis 0330MM. O Conde de Monte Real ficou colocado num muito honroso 5º lugar, tripulando um Ferrari 166 MM.
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