O
Maserati 300 S da Scuderia Centro Sud pilotado por Mário Araújo Cabral / Nogueira Pinto terminou os 1000 km de Nurburgring 1959 no
oitavo lugar da classificação geral, a quatro voltas da equipa
vencedora, Stirling Moss / Jack Fairman em Aston Martin DBR1. Na corrida
inscreveram-se também Francisco Marques Pinto / Joaquim Correia de
Oliveira, em Alfa Romeo 1300, mas não passaram dos treinos.
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1956 Maserati A6G
Mille Miglia 2011. O 1956 Maserati A6G #2137 da equipa José Manuel Albuquerque / M. Bustorff.
Cheer up, ZM!
Maria Teresa de Filippis, 1927 - 2016
Foi uma das primeiras mulheres a
correr em Fórmula 1 e seguramente a primeira nessa condição a surgir nos
circuitos portugueses. Participou no Grande Prémio de Portugal de 1958
disputado no circuito da Boavista e nesse mesmo ano correu também em
Vila Real. Maria Teresa de Filippis ficou desde então no coração dos
portugueses que por ela nutriam uma admiração muito especial. O vídeo
que aqui juntamos, realizado pouco antes do seu desaparecimento, é bem
uma lição de vida sobre a qual vale a pena reflectir.
Maria Teresa de Filippis ao volante do seu Maserati 250F durante o Grande Prémio de Portugal de 1958
Aintree 1959
Mais imagens da participação do piloto luso-brasileiro Fritz d´Orey no Grande Prémio de Inglaterra de 1959, disputado em Aintree, ao volante de um Maserati 250F. Desta vez não foi feliz.
1959 British Grand Prix
Em 1959 disputou-se no circuito de Aintree o Grande Prémio de Inglaterra em Fórmula 1. Entre os participantes estava o piloto luso-brasileiro Fritz (Frederico) D´Orey nascido em S. Paulo de pais portugueses mas logo registado no Consulado Português dessa cidade. Tendo passado a fase de qualificação com relativo à vontade (seis outros pilotos não o conseguiram..) ao volante de um já cansado Maserati 250F o jovem Fritz D´Orey viria a sofrer um despiste à 57ª volta que o obrigou a abandonar a corrida, cujo vencedor seria Jack Brabham, em Cooper Climax.
Fritz D´Orey tem hoje dupla nacionalidade e mora em Cascais há cerca de três anos. Aparece neste vídeo no momento da partida e ao minuto 06:30 quando o seu Maserati vermelho com o nº 40 se recusou a colaborar.
Lourenço Marques 1959
"No dia 19 de Julho de 1959 disputou-se o Grande Circuito Internacional de
Lourenço Marques, que para além dos pilotos locais contou com a participação de
pilotos sul-africanos, rodesianos e com a novidade de 3 pilotos vindos de
Angola (Álvaro Lopes, José Alves e S. Santos).
A prova da categoria III - Sport e Corrida - realizou-se no final da tarde tendo
sido inicialmente liderada pelo piloto Álvaro Lopes no Maserati 300S do ATCA (n.º
34) seguido de perto pelo sul-africano Ian Frazer Jones em Porsche RS Spyder (n.º
29). Este viria a conquistar a primeira posição na sétima volta, para a perder
novamente para Álvaro Lopes na 12ª. Este não mais a largaria até final para alegria do
público local, que via um piloto português a triunfar.
As fotografias são do
Maserati de Álvaro Lopes e do Porsche de Frazer Jones".
Gonçalo Macedo e Cunha
Bibliografia: História do
Desporto Motorizado em Moçambique
João Mendes de Almeida/ Ricardo Brízido

Grande Prémio de Lisboa 55 (partida)
Partida para o Grande Prémio de Lisboa de 1955, com uma qualidade e quantidade de pilotos e automóveis difíceis de repetir.
O Jaguar D Type de Duncan Hamilton (nº6) largou na frente mas irá abandonar à 40ª volta com problemas de travões. O Cooper 38-Jaguar de Peter Whitehead (nº5) não terá melhor sorte, tal como o Maserati 300S de Benoit Musy (nº8), que não chegaria ao fim da primeira volta devido a avaria na transmissão. À esquerda pode ver-se o Maserati 300S do Barão de Grafenried tendo a seu lado o Ferrari 750 de Godia Sales (nº15), enquanto que na terceira fila surge o Ferrari 750 Monza branco de Masten Gregory (nº11), o futuro vencedor.
Fotografia de Luis Sousa, que também ajudou na identificação dos protagonistas.
Fotografia de Luis Sousa, que também ajudou na identificação dos protagonistas.
José Nogueira Pinto
José Arroyo Nogueira Pinto foi um dos grandes protagonistas do automobilismo nacional durante a década de cinquenta. Ei-lo aqui ao volante do Ferrari 750 Monza (#0572M) nº 8 durante o II Grande Prémio do Porto de 1956 disputado a 17 de Junho no Circuito da Boavista, liderando um grupo em que se distingue com o nº 5 o Maserati 300S do Barão Emmanuel de Graffenried, que viria a abandonar ao fim de vinte voltas. José Nogueira Pinto não foi particularmente feliz nesta prova, que terminou em 10º lugar, mas já tinha conseguido provar o sabor da vitória com este mesmo carro no Grande Prémio de Tânger de 1955 e no Circuito de Vila do Conde do mesmo ano.
Vitória de Fangio
Juan Manuel Fangio (Maserati 300S #11) prepara-se para a partida do VI Grande Prémio de Portugal de 1957, disputado em Monsanto, de que viria a ser brilhante vencedor. Ao lado está o Ferrari 860 de Masten Gregory (#16) e na fila seguinte o Osca #"9 de Alexandre de Tomaso e o Maserati 300S de Godia Sales.
Apenas Fangio e Masten Gregory chegaram ao fim na mesma volta, com o terceiro classificado (Menditeguy) a duas voltas de distância. O português melhor classificado foi Joaquim Correia de Oliveira, em Porsche 550 Spyder, com seis voltas de atraso em relação ao vencedor.
Foto - Centro de Documentação do ACP
Apenas Fangio e Masten Gregory chegaram ao fim na mesma volta, com o terceiro classificado (Menditeguy) a duas voltas de distância. O português melhor classificado foi Joaquim Correia de Oliveira, em Porsche 550 Spyder, com seis voltas de atraso em relação ao vencedor.
Foto - Centro de Documentação do ACP
Foi uma excelente corrida, num traçado difícil. Masten Gregory, na Ferrari 290MM de Temple Buell, foi aguentando até ser ultrapassado na curva do moinho por JM Fangio, que
bem apoiado na ágil Maserati 300S , passou por dentro com facilidade e destreza. Boas as corridas de Phil Hill, enquanto durou , e das 300S de Godia Sales e Carlos Menditeguy assim como a bela corrida do Osca de A de Tomaso. Os nossos representantes nos Porsche Spyder, enquanto pilotos, estiveram furos abaixo da potencialidade dos carros.Luis
Ruy Marinho de Lemos
Ruy Marinho de Lemos era um tripulante da TAP que nas horas vagas dava largas à sua paixão pelo automobilismo, tendo conseguido alguns resultados interessantes durante a sua carreira desportiva. Na imagem relativa ao Grande Prémio de Portugal de 1957, disputado no circuito de Monsanto, vê-se em primeiro plano o seu Porsche 550 Spyder (nº2) seguido do Ferrari 750 Monza (nº20) do espanhol António Creus, cuja mulher se vê sentada pacientemente no lugar do "pendura". Parcialmente encoberto pelo Ferrari está um outro Porsche 550 Spyder, que poderá ser o carro utilizado por José Nogueira Pinto nesta prova. O vencedor da corrida seria um tal Juan Manuel Fangio, em Maserati 300S.
Foto - Centro de Documentação do ACP
Bibliografia - World Sports Racing Prototypes
Foto - Centro de Documentação do ACP
Bibliografia - World Sports Racing Prototypes
Percalços na Boavista
Em 24 de Agosto de 1958 disputou-se no circuito da Boavista, no Porto, o I Grande Prémio de Portugal em Fórmula 1, prova que viria a ser dominada por Stirling Moss. Foi uma corrida fértil em acidentes, tal como aqui se constata através das imagens do Lotus-Climax de Graham Hill, que apenas completou 25 das 50 voltas previstas, e do Maserati 250F de Maria Teresa de Fillipis, que abandonou ao fim de seis voltas. Esta italiana foi a primeira mulher a disputar uma corrida de Fórmula 1, tendo participado em vários Grandes Prémios durante a temporada de 1958, sem resultados de relevo. No Porto, por exemplo, qualificou-se na última posição da grelha de partida com um tempo 15 segundos superior ao penúltimo qualificado. O carro tinha graves problemas de motor, como se confirmou durante a corrida em que durou apenas seis voltas.
Fotografias - www.circuitodaboavista.com
Fotografias - www.circuitodaboavista.com
Um Luso Brasileiro na Fórmula 1
Fritz D´Orey nasceu em S. Paulo, no Brasil, mas sendo filho de pais portugueses logo foi registado no Consulado Português daquela cidade facto que, na prática, lhe confere também a nacionalidade portuguesa.
Começou a sua curta carreira de piloto de automóveis com apenas 17 anos de idade ao volante de um Jaguar XK120 e aos 19 já ganhava corridas ao volante de um Porsche 550 RS ex-Hans Stuck. Deu nas vistas e chamou a atenção de um tal Juan Manuel Fangio, que o convidou a vir até à Europa mostrar o seu talento. Em 1959, com apenas 21 anos de idade, disputou três provas do Campeonato Mundial de Fórmula 1, sempre inscrito como cidadão brasileiro. Em duas delas tripulou um Maserati 250F (França e Inglaterra) e na terceira um pouco competitivo "Tec-Mec" (Estados Unidos). Em Reims classificou-se num honroso 10º lugar, mas não conseguiu terminar as duas outras corridas.
A sua carreira de piloto terminou em 1961, quando foi vítima de um terrível acidente em Le Mans que o deixou hospitalizado durante oito meses e com sequelas para o resto da vida. Hoje mora em Portugal (Cascais), tem passaporte português e orgulha-se das suas raízes portuguesas.
Para que conste.
Fritz D´Orey ao volante do "Tec-Mec" durante o Grande Prémio dos Estados Unidos, disputado em Sebring
Aqui se junta um vídeo do Grande Prémio de Inglaterra de 1959. Na parte final aparecem as imagens do Maserati 250F de Fritz D´Orey no momento em que abandonava a prova devido a uma saída de pista.
G.P. Inglaterra 1959, Aintree
"O Fritz d ´Orey foi excelente piloto, orgulhoso das suas raízes Portuguesas, tal como Francisco Marques, Rezende dos Santos e outros. Foi ele que vendeu a M Nogueira Pinto a Ferrari 250GT Tour de France"0787" que o piloto do norte manteve durante 2 anos."
Luis Antes do Acidente
Circuito da Boavista, V Grande Prémio de Portugal, 1955. Casimiro de Oliveira ao volante do Ferrari 750 Monza #0524M pouco antes do grave acidente que viria a sofrer na 13ª volta. Jean Behra, em Maserati 300S (em baixo) seria o brilhante vencedor da prova, que teve em António Borges Barreto o português melhor classificado (7º lugar), tripulando um Ferrari 250MM.
Fotografias colecção Duarte Pinto Coelho.
Porto 1956
Em 17 de Junho disputou-se no traçado da Boavista o VII Circuito Internacional do Porto, cujo vencedor seria o Marquês Alfonso de Portago, ao volante de um Ferrari 857. O melhor dos portugueses seria António Borges Barreto, que conduzia o Ferrari 750 Monza #0560 MD ex-D. Fernando Mascarenhas e que vemos na imagem à frente do Maserati 300S de Benoit Musy. No final as posições inverteram-se, com Musy a terminar em terceiro lugar e Barreto em quarto. Phil Hill, em Ferrari 857, seria o segundo classificado.
Fotografia de Duarte Pinto Coelho
Uma Visão do Paraíso
A imagem, que pode parecer obtida algures em Maranello, revela de facto o interior das oficinas de Palma & Morgado por ocasião do III Circuito Internacional (Grande Prémio de Lisboa) disputado em Monsanto a 23 e 24 de Julho de 1955. A corrida foi ganha por Masten Gregory, em Ferrari 750 Monza, que cortou a linha de chegada apenas alguns metros à frente do Maserati 300S do segundo classificado, o Barão de Graffenried.
Mas vejamos agora os Ferrari estacionados no "parque" da oficina de Manuel Palma e Joaquim Morgado:
nº12 - Daetwyler - 750 Monza #0548M
nº11 - Masten Gregory - 750 Monza #0554M - está para venda, neste momento.
nº18 - José Nogueira Pinto - 750 Monza #0572M
nº15 - Godia Sales - 500 Mondial # 0446MD. Usado mais tarde por Filipe Nogueira como Monza 735S #0556MD.
nº19 - Joaquim Filipe Nogueira - 250MM #0332MM
nº 21 - Mac Kay Frazer - 735 Monza #0444MD
nº17 - D. Fernando Mascarenhas - 750 Monza # 0560M - em fase avançada de recuperação. Em breve regressa a Portugal.
nº20 - Borges Barreto - 250MM #0326MM
Num anúncio de página inteira inserido na edição de Agosto de 1955 da revista do ACP, pode ler-se que Palma, Morgado e C.ª Lda atestam que "todos estes carros foram revistos e afinados" nas suas instalações da avenida Elias Garcia 106-108 e Visconde de Valmor 68 B e C.
Nessa mesma edição, uma legenda informa que no sábado, após os treinos, D. Fernando Mascarenhas recebeu TODOS os participantes nas corridas desse fim de semana na sua casa de Benfica, para uma recepção memorável que se prolongou noite fora. Já não há Heróis assim.
Mas vejamos agora os Ferrari estacionados no "parque" da oficina de Manuel Palma e Joaquim Morgado:
nº12 - Daetwyler - 750 Monza #0548M
nº11 - Masten Gregory - 750 Monza #0554M - está para venda, neste momento.
nº18 - José Nogueira Pinto - 750 Monza #0572M
nº15 - Godia Sales - 500 Mondial # 0446MD. Usado mais tarde por Filipe Nogueira como Monza 735S #0556MD.
nº19 - Joaquim Filipe Nogueira - 250MM #0332MM
nº 21 - Mac Kay Frazer - 735 Monza #0444MD
nº17 - D. Fernando Mascarenhas - 750 Monza # 0560M - em fase avançada de recuperação. Em breve regressa a Portugal.
nº20 - Borges Barreto - 250MM #0326MM
Num anúncio de página inteira inserido na edição de Agosto de 1955 da revista do ACP, pode ler-se que Palma, Morgado e C.ª Lda atestam que "todos estes carros foram revistos e afinados" nas suas instalações da avenida Elias Garcia 106-108 e Visconde de Valmor 68 B e C.
Nessa mesma edição, uma legenda informa que no sábado, após os treinos, D. Fernando Mascarenhas recebeu TODOS os participantes nas corridas desse fim de semana na sua casa de Benfica, para uma recepção memorável que se prolongou noite fora. Já não há Heróis assim.
Fotografia Arquivos do ACP
"NUMA DESTAS NOITES, ANTES DO CIRCUITO DE MONSANTO E APÓS UM JANTAR NA TIA MATILDE, RESTAURANTE QUE O MEU PAI ADORAVA EMBORA FOSSE UM FERRENHO DO BELENENSES, ATRAVESSAMOS A LINHA DO COMBÓIO E FOMOS VISITAR AS OFICINAS DO PALMA & MORGADO, ACESSO SÓ POSSIVEL A ALGUNS CLIENTES. ADOREI OS BÓLIDES. NÃO ESTAVAM NESTAS POSIÇÕES, MAS ESTAVAM LÁ TODOS.
PENSO QUE FOI A PRIMEIRA VEZ QUE LÁ ENTREI SEM SEQUER ME APERCEBER DA IMPORTÂNCIA QUE AQUELA CASA E A FAMILIA PALMA IRIAM TER NA MINHA VIDA. O MEU PAI MORREU MESES DEPOIS, TINHA EU 9 ANOS, MAS NESTE LOCAL ENCONTREI ANOS DEPOIS UMA FAMILIA QUE NUNCA MAIS ESQUECEREI." ERNESTO NEVES
A sorte de uns é o azar de outros. Em 1955, no circuito da Boavista , todos sabemos dos acidentes de Vasco Sameiro e Casimiro de Oliveira com os Monza 750. Inscrito para esta corrida estava o Ferrari 735I 0444, de McKay Frazer, que era o carro de Sameiro em 1954. Sucede que nos treinos a caixa de velocidades deixou de colaborar e o motor apresentava sérios problemas, o que levou o 0444 a não participar na corrida .
Como podemos verificar através do belo documento postado neste apetecível blog, o 0444 aparece em Monsanto já pronto a andar. O motivo foi simples: sendo amigo de Sameiro, McKay Fraser adquiriu o motor e a caixa do Monza 750 sinistrado de Vasco e instalou estes componentes no seu carro.
Curiosamente, mais tarde John Bolster, editor da Autosport e amigo de McKay Frazer , andava com os carros deste quando o piloto se ausentava para a América do Sul.
Dizia ele que o Ferrari era um belo carro, mas tinha um senão que tirava a paciência a qualquer um: para trabalhar bem e até chegar à temperatura normal de funcionamento consumia um jogo de velas, que depois tinham de ser substituídas por outras diferentes, caso contrário o motor não desenvolvia e só engasgava, tal como Sameiro tinha observado um ano antes .
Luis
A sorte de uns é o azar de outros. Em 1955, no circuito da Boavista , todos sabemos dos acidentes de Vasco Sameiro e Casimiro de Oliveira com os Monza 750. Inscrito para esta corrida estava o Ferrari 735I 0444, de McKay Frazer, que era o carro de Sameiro em 1954. Sucede que nos treinos a caixa de velocidades deixou de colaborar e o motor apresentava sérios problemas, o que levou o 0444 a não participar na corrida .
Como podemos verificar através do belo documento postado neste apetecível blog, o 0444 aparece em Monsanto já pronto a andar. O motivo foi simples: sendo amigo de Sameiro, McKay Fraser adquiriu o motor e a caixa do Monza 750 sinistrado de Vasco e instalou estes componentes no seu carro.
Curiosamente, mais tarde John Bolster, editor da Autosport e amigo de McKay Frazer , andava com os carros deste quando o piloto se ausentava para a América do Sul.
Dizia ele que o Ferrari era um belo carro, mas tinha um senão que tirava a paciência a qualquer um: para trabalhar bem e até chegar à temperatura normal de funcionamento consumia um jogo de velas, que depois tinham de ser substituídas por outras diferentes, caso contrário o motor não desenvolvia e só engasgava, tal como Sameiro tinha observado um ano antes .
Luis
Grande Prémio de Angola 1958
A 21 de Setembro de 1958 disputou-se em Luanda o Grande Prémio de Angola, que teve como vencedor o Jaguar D Type de Jimmy de Villiers, que aparece nesta notável (e raríssima) imagem com o número 18. O melhor português em prova seria Marques Pinto, em Mercedes 300SL, que vemos com o número 20, e que terminaria em quarto lugar. O Porsche 550 RS nº 22 foi o grande vencedor do Grande Prémio de Angola de 1957 pelas mãos de Joaquim Correia de Oliveira, que repete a participação. Um pouco mais atrás está o carro idêntico de Rui Marinho de Lemos, nº15, e do lado direito da imagem o Maserati 300S de Álvaro Lopes, com o nº 3. Com o nº 16 pode ver-se ainda o Ferrari 340 America de Yves Tassin. Em primeiro plano está parcialmente visível o Riley Special do sul africano John Love.
Agradeço a Carlos Guerra, Ricardo Duarte e ao leitor "Luis" os respectivos contributos para a completa identificação dos protagonistas.
Agradeço a Carlos Guerra, Ricardo Duarte e ao leitor "Luis" os respectivos contributos para a completa identificação dos protagonistas.
Ao Gonçalo Macedo e Cunha agradeço esta extraordinária fotografia, descoberta numa loja de velharias na estrada da Ericeira.
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