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Rallye ao Porto 1952

Abril de 1952, II Rallye ao Porto. Na pista do Estádio do Lima surge em primeiro lugar o Porsche 356 pre-A de Manuel Dílio da Silva, um dos primeiros a serem registados em Portugal, que terminaria a prova no 5º lugar da classificação geral vencendo o IV grupo da Turismo.
O Estádio do Lima já não existe mas o Porsche 356 matrícula FF-17-40 foi restaurado e continua em Portugal.


Monte Carlo 1933

Francisco Ribeiro Ferreira e os seus passageiros António Herédia e Estêvão Vanzeller no Delage com o nº 20 que terminaria o Rallye de Monte Carlo de 1933 num honroso 44º lugar da classificação geral cotando-se como a equipa portuguesa que obteve o melhor resultado nesta edição da grande clássica europeia. A dureza da prova fica refletida no facto de apenas 71 dos 115 concorrentes iniciais terem conseguido chegar ao fim.
Junta-se um pequeno filme da Pathé sobre o  Rallye Monte Carlo 1933


II Grande Prova de Resistência e Turismo

De 20 a 25 de Junho de 1933 disputou-se a segunda edição da Grande Prova de Resistência e Turismo, embrião daquilo que mais tarde viria a ser a "Volta a Portugal" e que consistia em percorrer mais de 1800 km através do nosso país ao longo de seis etapas. Dezasseis equipas compareceram à partida em Cacilhas, menos seis que no ano anterior. O vencedor absoluto seria João Gelweiller que partilhava o Essex-Terraplane com Dionísio Gallino (na imagem) tendo Arnaldo Stocker (Triumph) e Júlio Trigo (Fiat) vencido as classes respetivas. D. Maria La Caze Noronha terminou em sexto lugar e venceu a Taça de Senhoras enquanto que Armando Pombo, vencedor das complementares de Évora e da Covilhã, seria forçado a desistir após ter atropelado um cavalo.
Bibliografia - Primeiro Arranque, de Vasco Callixto
Foto - jornal O Volante


Lancia Aprilia Boneschi

Carlos Pinto Coelho (1915-2000) foi advogado por profissão mas era no automobilismo que encontrava uma das suas grandes paixões, facto que o levou a inscrever-se por três vezes no Rallye de Monte Carlo. Em 1951 terminou a grande clássica europeia em 96º lugar ao volante de um Riley 2,5 L, a única vez que completou a prova. Voltou em 1952 com o mesmo carro, mas foi forçado a abandonar, tendo repetido a experiência em 1953, desta vez ao volante de um Lancia Aurelia, só que  também não foi feliz. No final da década de 40 utilizava este belo Lancia Aprilia Boneschi para as suas deslocações pessoais.



Citroen Traction 15/6

Depois de ter participado na edição de 1951 do Rallye de Monte Carlo com o Citroen Traction 15/6 matrícula GG-13-82 João Lacerda voltaria ao "Monte" nos dois anos seguintes com o HF-16-83, um carro idêntico ao anterior. Em 1953 fez equipa com Harry Rugeroni e viria a terminar a prova na 43ª posição, um resultado mais que honroso se pensarmos que chegaram ao fim 346 das 404 equipas que compareceram à partida.


D. B. Panhard

O D. B. Panhard de José Emídio da Silva (desconhemos o nome do copiloto) visto aqui à partida de Lisboa para o VI Rallye Internacional de Lisboa não conseguiu terminar a prova mas foi seguramente um dos automóveis mais extraordinários que nela participaram ao longo das suas várias edições. Inscrito na classe 5 (motores até 750 cc) tinha como adversários directos nada menos que quatro  Dyna Panhard que acabaram por conquistar os lugares de topo na categoria.
O VI Rallye Internacional de Lisboa (Estoril) de 1952 teve mais de uma centena de inscritos que partiram de diversas cidades europeias (Londres, Milão, Bruxelas, Monte Carlo, Berna, Madrid, Amsterdam, Lisboa, Porto, Frankfurt, etc) para percorrerem alguns milhares de quilómetros de estradas nem sempre perfeitas até se encontrarem no Estoril onde se realizariam as provas complementares. Joaquim Filipe Nogueira, em Porsche 356 (what else?) seria o grande vencedor.
O IE-17-74 continua em Portugal e passou recentemente por um restauro exemplar que o devolveu à sua cor e glória originais (em baixo, à direita).





As Vencedoras

Délia Gonçalves e Maria da Conceição Maia Loureiro, vencedoras da Taça de Senhoras do II Rallye Internacional de Lisboa (Estoril) de 1948  tripulando um Mercury Eight Convertible.
Foto . Centro de Documentação do ACP


Corpo Diplomático

O Jaguar do concorrente português Júlio Westor Sosa em acção durante uma prova complementar disputada em volta do Casino no final do VI Rallye Internacional de Lisboa (Estoril). Tendo partido de Lisboa, Júlio Sosa viria a conquistar um mais que respeitável 14º lugar absoluto no final. Note-se a placa CD (Corpo Diplomático) bem visível na parte dianteira do carro nº 96.
Foto - Centro de Documentação do ACP


Rallye do Algarve 1937

Com partidas de Lisboa, Beja e Faro disputou-se nos dias 20 e 21 de Fevereiro de 1937 o I Rallye ao Algarve, prova organizada pelo jornal "Sports do Algarve" com o apoio do ACP.  Depois de terem convergido para Faro no sábado os concorrentes cumpririam durante a tarde de domingo no Estádio da Senhora da Saúde as provas complementares que viriam a ditar a classificação. O vencedor absoluto foi Mateus d´Oliveira Monteiro, em Hansa 1100, que recebeu o respectivo troféu durante um baile realizado nessa mesma noite na Câmara Municipal.
Foto - Jornal "O Volante"
Bibliografia - Jornal "O Volante" e "Primeiro Arranque", de Vasco Callixto



Monte Carlo 1953

A equipa portuguesa formada por Alberto Graça / Filipe Nogueira, ao volante do Porsche 356 com o número 373, foi uma das que escolheram Lisboa para ponto de partida da edição XXV do Rallye de Monte Carlo disputada em 1953. Esta equipa ficaria na história por ter sido a única (até hoje) de nacionalidade portuguesa a vencer uma complementar desta grande clássica do automobilismo mundial ao conquistarem o primeiro lugar absoluto na Prova de Aceleração e Travagem. Apesar deste triunfo os portugueses não lograram melhor que o 49º lugar na classificação geral.
No vídeo que se junta é possível ver ao minuto 04.00 uma passagem do Porsche dos portugueses num percurso de montanha em condições meteorológicas verdadeiramente difíceis.


Veja AQUI o vídeo


Fiat 1100 TV e Volkswagen

Mais duas provas de rallye em que João Castello Branco participou com carros completamente diferentes, a saber: o Troféu Turístico Shell de 1956 que disputou ao volante do Fiat 1100 TV aqui visto na Rampa da Pena e a VIII Volta a Portugal em que partilhou um Volkswagen com Salvador Pimentel. Nesta última prova é de salientar o facto de ter sido obrigatório o uso de capacete, uma das primeiras vezes em que tal aconteceu.
Estas provas marcam o final da carreira automobilística de João Castello Branco que ao virar a página dos 40 anos de idade resolveu dar um novo rumo à sua vida. Apesar de ter começado tarde (aos 33 anos de idade) ainda foi a tempo de deixar uma marca importante na história do automobilismo em Portugal.
Com agradecimentos a seu filho João Castello Branco por nos ter facultado um notável e bem organizado espólio que ao longo de alguns meses tivemos o privilégio de dar a conhecer neste espaço. Bem haja.



Maria La Caze de Noronha

De 20 a 25 de Junho de 1933 disputou-se a II Grande Prova de Resistência a que mais tarde se haveria de chamar II Volta a Portugal. Consistia num percurso de 1,800 quilómetros dividido em seis etapas e quatro provas complementares, uma verdadeira maratona que levaria os dezasseis concorrentes a percorrer o país através de estradas de qualidade no mínimo duvidosa. Entre estes contava-se uma senhora, Maria La Caze de Noronha, que tripulava um "Amilcar" e consegui alguns resultados dignos de nota. Não só terminou a Volta em sexto lugar da geral como acabou por vencer a quarta complementar disputada em Tomar, tendo ganho também a Taça de Senhoras. João Gelweiller, em Terraplane, foi o vencedor absoluto.
Bibliografia - Primeiro Arranque, de Vasco Callixto


I Rallye a Monfortinho

Imagens da participação de João Castello Branco no I Rallye de Monfortinho de 1955 ao volante de um  FIAT 1100 TV.



Rallye a Évora 1949

Registo da participação de João Castello Branco no Rallye a Évora de 1949 ao volante do seu Renault 4CV, prova que terminou em 4º lugar da classe respectiva. Juntam-se detalhes do circuito de S. Bento, um traçado com 4,900 metros de extensão  onde se disputava o contra-relógio e o desenho da prova de perícia. Era aqui que tudo se decidia. Repare-se, foto de cima, na enorme multidão que se juntava nas ruas de Évora para ver passar os concorrentes.

Fotos - colecção João Castello Branco





III Rallye à Praia da Rocha

O nome completo do evento era III Rallye Nacional à Praia da Rocha e foi disputado durante os dias 6 e 7 de setembro de 1952. Tal como era uso e costume na época os concorrentes partiam de várias cidades e depois de um percurso de estrada com extensão semelhante convergiam para a Praia da Rocha onde se disputavam as duas provas complementares que seriam decisivas para a classificação. Com partidas de Cacilhas, Évora, Beja e Praia da Rocha tudo se decidiu com uma rampa e uma prova de perícia que acabariam por dar a vitória absoluta ao Dr Oliveira Martinho, em Porsche 356 Coupé  1500. Em segundo lugar ficou a equipa João Castello Branco / José Teixeira (nas fotos) em Porsche 356 Coupé 1300, que a classe respectiva.
Fotos da colecção João Castello Branco

Lacerda / Azarurinha em Monte Carlo

Em janeiro de 1951 disputou-se uma edição do Rallye de Monte Carlo que iria perdurar para sempre na História do Automobilismo em Portugal. De facto foi nesta prova que uma equipa portuguesa formada pelo Conde de Monte Real e Manuel Palma conquistou um extraordinário 2º lugar na Classificação Geral, resultado que nunca mais viria a ser batido ou igualado. Mas outros portugueses deixaram a sua marca nesta prova, como foi o caso da equipa João Lacerda / Jaime Azarujinha que se apresentou ao volante de um Ciroen.
Com 337 concorrentes à partida e 281 à chegada esta edição do Rallye de Monte Carlo não foi das mais duras porém, devido a várias vicissitudes, a equipa Lacerda / Azarujinha não logrou melhor que o 109º lugar.
Foto - Rodolfo Mailander


João Castello Branco no VI Rallye Internacional de Lisboa 1952

Em Simca 8, fazendo equipa com José Carvalhosa (3 fotos, partida, prova complementar no Estoril e pose ao melhor  estilo James Dean de trazer por casa). Chegaram ao Estoril com uma penalização de 4 pontos por atraso num controle de estrada
Após a 1ª prova complementar estavam no 44º lugar  da geral e no  7º lugar da 4ª categoria (viaturas até 1100 cc), nos três primeiros lugares desta classe, estavam dois  Porsches 356  1100 cc de Max Nathan e Alberto Graça, seguidos de John Reece em Ford Anglia. 
Após 1ª PC a geral ficou assim ordenada:
1º   J. F. Nogueira em Porsche 356 1500
2º  E. Martorell em Porsche 356 1500
3º  M.Marçal Mendonça em Simca  8 Sport
4º  Daniel Magalhães em Morgan 2088 cc
5º  João Graça em Porsche 356 1500
6º  C. Monte Real em Allard
7º  Joaquim Cardoso em Jovelin Jupiter
8º  Max Nathan em Porsche 356 1100
9º  Nestor Sosa em Jaguar Mark VII
10º M. Grosgogeat em Dyna-Panhard

Da 2ª prova  complementar, circuito velocidade/regularidade (3 voltas), não tenho as classificações, sei apenas que JCB foi o concorrente que a fez com a menor diferença entre as três voltas (2 décimos de segundo), conforme notícia de jornal cujo recorte possuo, que só não remeto porque o jornalista que assinou o texto (Rui de Sousa) fez um discurso laudatório da prestação do meu Pai, cuja publicação poderá ser mal interpretada.
Após a 2ª PC a geral ficou assim ordenada:

1º  J.F.Nogueira em Porsche 356 1500
2º  C. Monte Real em Allard
3º  F. Mascarenhas em  Porsche 356 1500
4º  Van Hoesch em  Porsche 356 1500
5º  Marçal Mendonça em Simca 8 Sport
6º  Daniel Magalhães em Morgan
7º  Simon Hansen em  Aston-Martin
8º  João Graça em Porsche 356 1500
9º  Max Nathan em Porsche 356 1100
JCB quedou-se por um modesto 44º lugar (8º na categoria)

Texto e fotos - João Castello Branco

Monte Carlo 53

Após o sucesso de 1951 (2º lugar da geral) e da participação honrosa em 1952 a equipa formada pelo Conde de Monte Real e Manuel Palma voltou a participar no Rallye de Monte Carlo quando da edição de 1953, desta vez aos comandos de um Allard. Esta não foi uma prova de boa memória para os desportistas portugueses uma vez que três dos Porsche 356 partidos de Lisboa foram fortemente penalizados por razões regulamentares e o Allard nº 52 acabou por abandonar. Mas nem por isso o Conde de Monte Real deixou de celebrar.
Fotos de Rudolph Mailander



João Castello Branco no Rallye de Monte Carlo 1951 - Parte II


Fotos 7/8/9/10 - Passagens  na  famosa Curva do Gazómetro
Foto 11 - Passagem na  curva  St. Devote com subida para Mirabeau 
Foto 12 - Descida para acesso à longa curva do Túnel. Este recorte de um jornal inglês legendava o meu Pai como spanish driver. Os "bifes" sempre fizeram por nos ignorar.
Na 2ª PC Velocidade/Regularidade e tanto quanto consegui apurar (sujeitos a correção): 4º tempo C. Monte Real, 13º tempo J.Duarte Ramos Jorge, 19º tempo Manuel Nunes dos Santos e 25º tempo João Castello Branco.
Foto 13 - Cocktail de homenagem na sede do ACP. Da esq/dir em pé: Manuel Nunes dos  Santos, Carlos Vinhas, Júlio Bastos, C.Monte Real, Manuel Palma, João Freitas Branco (Representante ACP ao  Rallye e bastante mais conhecido como musicólogo), José Duarte Ramos Jorge, João  Graça e João Castello Branco; em baixo Alberto Graça, Jaime Azarujinha, Abílio Lobo, Clemente Cardoso Pinto e José Carvalhosa.

Para a história ficaram as nossas classificações:

2º C.Monte Real/Manuel Palma/Fernando Mascarenhas em Ford
8º Manuel Nunes dos Santos/Júlio Bastos em BMW 340
14º José Duarte Ramos Jorge/Calçada Bastos em Hotchkiss 686
19º João Castello Branco/Clemente Cardoso Pinto/José Carvalhosa em Vanguard
96º Carlos Pinto Coelho/C.Santos em Riley 2.5
102º Alves Brito/M.Ferreira em Frazer
109º João Lacerda/Jaime Azarujinha em Citroen 15/6
119º João Graça/Alberto  Graça em Simca 8
165º Montes Leal/Silva Tavares em Morris
179º Manuel Marçal Mendonça/Luis Filipe Aguiar em Simca 8 Sport

Texto e fotos de João Castello Branco








João Castello Branco no Rallye de Monte Carlo 1951 - Parte I

Rallye de Monte Carlo 1951
Partiram 337 equipas (12 portuguesas a partir de Lisboa)
Para quem partiu de Lisboa a prova de estrada ligou a nossa capital a Reims e daqui, com passagem por Paris, até Monte Carlo (aprox 3000 Km)
Chegaram a Monte Carlo 281 equipas (10 portuguesas)
Na estrada ficaram:
Ferreira Oliveira/Santos Pinto em Lancia
Duarte Gonçalves/J.Arroyo Nogueira Pinto em Nash
Chegaram penalizados:
Montes Leal/Silva Tavares em Morris
Manuel Marçal Mendonça/Luis Filipe Aguiar em Simca 8 Sport
João Graça/Alberto Graça em Simca 8

Agora passo a identificar as fotos enviadas

Foto 1 - Partida de Lisboa do  Vanguard nº 320 com a equipa João CB, Clemente Cardoso Pinto e José Carvalhosa -  Como o  meu Pai dizia, preparadíssimos, com farois de nevoeiro e pneus para pisos seco, molhado e neve, 4 montados e dois na bagageira. Acrescento eu, uma cinta para o capot e umas aplicações no interior do pára-bisas dianteiro, que  julgo serem desembaciadores eléctricos (alta tecnologia, portanto).
Foto 2 - Imagens de provável passagem na zona dos alpes franceses.
Foto 3 - Em Monte Carlo partida para a 1ª Prova Complementar de Arranque e Travagem em 250 m (do acumulado dos tempos desta PC mais o resultado da prova de estrada, apuravam-se os primeiros 50 da geral para a 2ª PC).
Foto 4 -  Classificação dos 50 primeiros na  1ª PC em que se destacam o 4º lugar de C.Monte Real  em Ford, o 6º lugar (ex-aequo) de J.Castello Branco em Vanguard, o 13º lugar (ex-aequo) de Manuel Nunes dos Santos em BMW e o  48º lugar (ex-aequo) de João Graça em Simca 8, este último devido à penalização  na  estrada não ficou selecionado para a 2ª PC.
Além das três primeiras equipas mencionadas foi também apurada para a 2ª PC a equipa de José Duarte Ramos Jorge (primo direito do meu Pai) em Hotchkiss que apesar de deixar ir abaixo o motor durante a 1ª PC (com um tempo para lá do  50º) se classificou em 46º lugar da geral.
Foto 5 -   Croquis do  circuito do Mónaco em  que se disputou a 2ª PC - Regularidade/Velocidade e regras gerais da prova e respectivo cálculo da classificação. Cada carro fazia 6 voltas, duas de reconhecimento e quatro a contar tempo com partida lançada. Para a classificação contava a volta mais  rápida e o menor tempo de diferença entre esta e as restantes três voltas.
Foto 6 - Partida para a 2ª PC Velocidade/Regularidade

O meu Pai falava contava sempre o episódio da aproximação à chicanne (na  descida do túnel do  Casino) quando ficou sem pingo de travões, com o motor a engolir uma 2ª a 120 Km/h (a caixa era de 3 velocidades) e o Cardoso  Pinto a voar lá  dentro juntamente com os  cronómetros e o carro a raspar o muro da saída . A  partir dali foi, como ele dizia, à portuguesa e fé em Deus e fez as quatro voltas de classificação  sem travões. Apesar disso conseguiu o 25 º  lugar na   PC que lhe deu o 19º na geral. Permita-me  a imodéstia, mas foi notável.
(Continua)
Texto e fotos de João Castello Branco